Este Espaço

Criei este espaço para dividir, meus momentos, meus sonh os, minhas fantasias e meus desejos com vocês. Venham me conhecer.
Parei de escrever um Blog que tinha, com um ex-companheiro,
(http://meninalevadamestreferreiro.blogspot.com.br) ,sobre nossas experiências e nossa vida sexual, vida no meio liberal e no meio BDSM, com o fim do relacionamento, abandonei definitivamente o BDSM, resolvi importar algumas coisas do antigo Blog pra explicar todo este meu processo de transformação. De deixar de ser uma mulher submissa, mas infeliz, e me tornar uma mulher livre, mas feliz. SIMPLES ASSM.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Os Sabotadores do Erotismo


Detone os sabotadores do erotismo




Muitos casais reconhecem ter perdido o interesse pelo sexo. Sentem que seu desejo já não é o mesmo. O que antes os deixava apaixonados, agora lhes dá cansaço e que a pessoa que antes acariciavam com vigor agora não desperta nem sua emoção nem seu erotismo.

O desejo é a faísca do comportamento sexual: dificilmente se desenvolve excitação e alcança o orgasmo se não existe o desejo prévio que acenda e prepare nosso corpo e mente.

Por que surgem os problemas sexuais e se anestesia o interesse pelo sexo? Imagina-se que as relações e a comunicação sexuais devem surgir espontaneamente, sem trabalho, à toa. Mas esta idéia, da mesma forma que outros preconceitos e crenças errôneas, pode levar ao fatalismo e à resignação.

Outro sabotador do erotismo é a falta de sinceridade: para manter uma relação amorosa satisfatória é preciso falar ao outro sobre aquilo que deseja e sente: a franqueza é "uma chave para abrir a porta da satisfação sexual".

Uma das razões que mais influenciam na apatia sexual é o estresse: se as preocupações crescem e ocupam mais espaço, o desejo se inibe, já que o corpo fica sem energia. A tensão nervosa talvez seja o problema mais difícil, porque sua solução requer mudanças substanciais das atitudes e estilo de vida.

O desconhecimento, o stress e a falta de comunicação são três terrenos onde germinam as ervas daninhas que asfixiam a flor do desejo. Mas os inimigos do erotismo são mais numerosos, e o primeiro passo para superá-los consiste em desmascará-los.

Os psicólogos clínicos Ernesto López e Miguel Costa, autores do livro "Como vencer a preguiça sexual", e outros especialistas em sexologia, explicam quais são os sabotadores do desejo e como dizer-lhes "adeus e até nunca mais". Confira!

Os sabotadores do erotismo

Falta de comunicação: Os ressentimentos e mal-entendidos se acumulam, a distância afetiva aumenta e a sexualidade se empobrece. Compartilhar os temores e as inquietações proporciona uma intimidade que potencializa o desejo de estar perto do outro.


Distração: É um equívoco relacionar o sexo ao espontâneo, já que ele também requer tempo e planejamento. Para que o casal não esfrie é preciso se fixar nos aspectos românticos da relação: manter um grande nível de intimidade fora do quarto faz prodígios com o que se compartilha dentro dele.


Rotina: A sexualidade não é só ginástica. É preciso incrementá-la com jogos, palavras, sons e esperar diversão. Fazer sexo determinados dias da semana, como o sábado, significa equiparar o sexualidade ao trabalho e desvirtuar sua função de prazer.


Aborrecimento: O primeiro conselho é preparar o palco, identificando o contexto que nos excita e os sinais que despertam o desejo, e recuperar as atividades que antes eram excitantes, como os passeios a sós ou as festas animadas. Também é preciso buscar e introduzir novidades nas relações sexuais: usar lingerie sexy, fazer amor em momentos excitantes, diferentes e em lugares incomuns, ler livros eróticos ou ver filmes estimulantes, compartilhar fantasias, realizar fantasias.


Pudor: Durante o ato sexual, especifique o que deseja e o que não: freqüência, técnica, duração. Não tenha medo de expressar aquilo que incomoda, sobretudo quando se trata de algum aspecto relacionado com sua própria satisfação sexual, como as dificuldades para atingir o orgasmo. Tente conhecer as preferências de seu parceiro e satisfazê-las.


Problemas: Quando um casal tem problemas, estes acabam reduzindo o apetite sexual. É melhor falar deles com sinceridade e tentar solucioná-los, ao invés de deixá-los de lado, pensar que se solucionam fazendo amor ou crer que serão esquecidos com o tempo. Pelo contrário, sempre acabam voltando.


Bloqueios: E preciso expressar ao outro os sentimentos de forma direta e clara, tanto os positivos de alegria, carinho ou amor, como os negativos de ira, enfado ou medo e não usar o castigo para conseguir algo do outro, por meio de insultos, ameaças, silêncios. Assim se adquirem hábitos de comunicação que facilitarão a aproximação do casal.


Expectativas: Ainda existem muitos mitos e tabus sobre o sexo, que fomentam aprendizados negativos. Por exemplo, quando decidimos ter relações sexuais, esperamos a perfeição imediata. Estas expectativas são ingênuas e se as experiências sexuais são insatisfatórias, é provável que o desejo fique anestesiado.


Rigidez: Todos os conselhos sobre sexualidade servem para orientar, já que cada pessoa é um mundo e cada casal também. Por isso dentro de cada um está a tarefa de conhecer, aprender e praticar as formas mais adequadas para aumentar a satisfação sexual na relação.


Inércia: A perda do interesse sexual não foi um fato fortuito e repentino, mas foi um processo gradual. Acontece que quando o desejo estava vivo, não era um fato espontâneo: fazíamos e dizíamos coisas. Do mesmo modo, a recuperação do interesse perdido não acontece só por desejá-lo, mas como resultado de um esforço de transformação pessoal.


Auto-estima: Sentir bem pelo que fazemos e valorizar-nos positivamente, pelas metas e tarefas nas quais nos envolvemos é uma maneira de cultivar nosso atrativo pessoal. Nossa auto-estima pode ser uma boa guia para nossa vida sexual.

SWING OU TROCA DE CASAIS



SWING OU TROCA DE CASAIS?

Sonhos, fantasias, desejos... Todo mundo sabe que um relacionamento (mesmo sendo sério, firme e, se coincidir, excitante) não barra nossa imaginação. Muito pelo contrário: uma vida amorosa ativa estimula nosso lado criativo que, muitas vezes, fica escondido debaixo de medos e tabus.

Nestas suas viagens sexuais, você já se deparou com uma vontade imensa de experimentar outras sensações?

Pois saiba que, para muitos casais, relacionar-se com outras pessoas fora do casamento é comum. Aliás, é um estilo de vida chamado de swing. Se você nunca tinha ouvido falar ou quer saber todos os mecanismos, regras e curiosidades desta modalidade sexual, prepare-se e entre neste mundo de fantasias e, acima de tudo, muita cumplicidade.

A palavra swing pode nos remeter à vários significados. Um ritmo musical ou a ginga de uma pessoa, por exemplo. Pode até ser, mas, nesta matéria, você vai ver que é uma dança bem mais insinuante e interessante do que imagina.

O swing, mais conhecido como troca de casais é um jeito diferente de encarar o sexo e, para muitas pessoas, é um novo estilo de vida. Mudar de parceiro, sexo em grupo de três pessoas ou mais; isso é muito comum entre alguns casais.

Mas não fique pensando que é só festa. Primeiro, estas trocas são feitas em pequenas reuniões de amigos. Segundo, a troca de casais é feita com discrição, respeito e, acima de tudo, cumplicidade.

Segundo os praticantes deste tipo de relação, o swing é uma forma excitante de chacoalhar a monogamia e acabar com a monotonia do casal. Muitos também afirmam que o relacionamento se fortalece, já que a confiança e a cumplicidade entre eles têm que ser (e estar) bem solidificadas.

Diante dos olhos dos outros podem até parecer casais com atividades sexuais normais: casados, com filhos, discretos... Mas, de vez em quando, deixam as fantasias leva-los a outros prazeres, e em um simples jantar com amigos, uma praia, ou um clube de swing, ou qualquer outro lugar considerado excitante, o sexo entre mais de duas pessoas torna-se realidade. Assim, quase tudo pode acontecer. Dois casais se interessam um pelo outro e, depois disso, toda forma de prazer é possível.

Os swingers não acham que suas preferências sexuais têm algo de diferente; ao contrário, acreditam que o que fazem é o desejo que a maioria reprime e que acaba se convertendo em relações extra-conjugais. "O swing admite qualquer coisa, menos traição", afirma Camila M., administradora da casa de swing Image Night, em São Paulo. Para ela, os casais que experimentam esta troca o fazem de comum acordo, com um grande respeito mútuo e diálogo. "Coisas que, muitas vezes, você não vê num casal dito 'normal'."

Com o swing, a mulher, acompanhada do marido ou namorado, experimenta essas novas sensações e fica livre de toda e qualquer dúvida em relação à sua fidelidade.

Entretanto, relações sexuais com outras pessoas fora do jogo ou toda prolongação do contato que surgiu em um encontro e partiu para um âmbito privado, é considerado traição. E o ciúme também está presente. Os swingers têm uma mentalidade mais liberal que outras pessoas, mas, se algo fora do combinado acontece, eles também têm um acesso de possessividade.

O swing, antes de ser uma alternativa (diga-se de passagem, instigante) para a obtenção de prazer, é uma prática que possui regras a seguir.

A primeira coisa a fazer é falar com seu parceiro. Deve ser uma decisão unânime. Os dois têm que concordar em participar desta descoberta. Se vocês forem um casal liberal em relação ao sexo, se confiam totalmente um no outro e têm vontade de experimentar coisas novas, participar de um clube de swing pode ser uma boa opção, ou simplesmente aproveitar a intimidade que já tem com um casal de amigos, o que normalmente é a melhor forma de realizar suas fantasias.

Muitos optam, pelo menos no início, em apenas transar no mesmo ambiente, sem a troca propriamente dita. No máximo trocam-se algumas carícias. Estes afirmam que isso já extremamente excitante.

Muitas mulheres contam que sua relação pessoal ficou mais quente e íntima, e, que com esta experiência, tornaram-se mais cúmplices dos esposos. Mas você deve ter em mente que se o casal já tem complicações dentro do casamento, o swing não é uma muleta para resolver estes problemas. Um estilo de vida mais liberal deve ser experimentado por pessoas que se amam, que se aceitam como são e se respeitam.

Voyeur:
Aquele que só gosta de olhar. Raramente se envolve com outros casais, a não ser pela observação. Muitos casais são adeptos deste tipo, já que não há o contato físico e o tesão também vai a mil...

Menage:
Sexo feito em grupo. Uma mulher e dois homens, um homem com duas mulheres... O que você prefere?

Exibicionista:
Ao contrário daquele que gosta de olhar, há aqueles que gostam de ser observados.

A troca de casais propriamente dita:
Parece fácil... Parece que é só chegar e pronto. Mas não funciona bem assim. Um casal tem que estar em comum acordo sobre o outro casal escolhido. Ou seja, você tem que gostar do marido do casal escolhido (e vice-versa), e seu parceiro tem que gostar da outra mulher. Escolha feita, é só prazer...






Voltando ao Meio Liberal e ao Sexo com Café



Há três anos conheci o scc e comecei a fazer amigos e frequentar festas, vários amigos destes , considero amigos até hoje , estão no meu Facebook e nos falamos sempre.
Numa destas festas reencontrei uma pessoa do passado, foi bem legal ficamos juntos, começamos a namorar, viramos casal, fomos morar juntos e continuamos indo a festas e tendo nossa vida de casal, mas com o tempo ele foi ficando com ciúmes e as coisas mudaram. Nos afastamos do meio e partimos pra nossa vida.

Como deve ter dado pra perceber nos textos anteriores, passei os últimos três anos num relacionamento, que tanto frequentávamos o meio liberal, como o meio BDSM. Com o passar do tempo, meu ex-companheiro, se fixou mais no meio BDSM, e isso no fundo acabou com nosso relacionamento.

Não sou uma mulher submissa, nem tão pouco masoquista, entrava na onda pra tentar agradar meu parceiro, só que ele incorporou o personagem de tal forma, que começou afetar a nossa vida conjugal. Afetar nosso dia a dia de casal, e a relação não ficou nada saudável.

Foi bom enquanto durou, em Junho deste ano, nos separamos, dei um tempo pra mim, pra cuidar das minhas coisas, mudança, vida, etc... (ainda falta algumas coisas , mas isto é outra estória). No Sábado14/09 resolvi voltar ao site SCC, e ai começam meus novos textos. Estou feliz de estar de volta.


Uma mulher, dois homens: casal conta como o swing mudou suas vidas.


Sarah, 35, e Mauro, 45, são casados há nove anos. Ambos trabalhavam com seguros, se conheceram pela internet e hoje são empresários. Tudo estável e comum, não fossem eles praticantes de swing. Isso mudou suas vidas. Tanto que hoje vivem de promover festas de troca de casais por meio do site www.estiloswing.com.br. E oficializaram a união em uma casa de swing. Após a cerimônia, os seis casais de padrinhos se separaram. Os homens acompanharam Sarah para uma sala. Mauro e as seis madrinhas foram para outra. “Foi uma delícia”, dizem. Eles são adeptos do ménage a trois: Mauro divide Sarah com outro homem. E adora. A seguir, eles contam a experiência.
A visão dele: “Na primeira vez que fomos a uma casa de swing, estranhamos. Mas fomos conhecer outros clubes e acabamos gostando. Demorou mais de quatro meses para fazermos sexo com outras pessoas. Até que, em uma festa, um casal nos disse: ‘Queremos vocês’. Travei. O homem foi beijando e acariciando Sarah. Vê-la com outro homem me deu um ciúme louco, mas fiquei completamente excitado e deixei rolar.Tanto eu quanto ela adoramos e passamos a fazer sexo a três sempre. Me dá muito tesão ver minha mulher desejar outros homens, sentir prazer com eles. Às vezes, ela me revela que quer transar com um cara e eu vou lá dizer ‘minha mulher quer fazer sexo com você’. Na dupla penetração, eu gozo quando a vejo gozar. E quando ela fica com outro – ou outros – e eu não participo, depois ela me conta como foi e eu adoro.”
A visão dela: “Antes de conhecer o swing, nunca tinha pensado em transar com dois homens ao mesmo tempo. Demorou para que eu entrasse na brincadeira, porque sou ciumenta e tive uma criação tradicional, estudei em colégio de freiras.Transar com dois era um tabu, mas a sensação de ter um orgasmo com a dupla penetração é indescritível, inexplicável e única. Acho que muitas têm essa fantasia, mas têm medo de falar. Um homem dizer que tem vontade de transar com duas mulheres é excitante. Já uma mulher dizer que quer fazer sexo a três com outro homem é feio. Me sinto mais livre do que a maioria das mulheres. Eu posso andar com meu marido na rua e dizer: ‘olha que homem bonito’. Até ele me diz, às vezes: ‘Acho que você iria gostar de transar com aquele cara’. E quando nós chegamos em casa fantasiamos sobre isso.Eu e Mauro somos amigos, amantes, cúmplices.”

Regras para um relacionamento aberto



Minhas regras:
Quando estiver com outro, tire fotos, faça video ou video conferência, se não dá nada, lembre-se de relatar tudo, precisa ser divertido pra ambos.


Tudo que fizer, me dá direito de fazer igual, não dê um passo que não aguente depois quando eu o fizer.
Sem beijos
Obedecer ordens nem pensar, seja homem ou mulher a pessoa não passa de um consolo de carne.
Evite que seja aleatórias as transas, criando vinculos com nossos PA ou BA, cria-se vinculo de amizade e facilita a vida e muito, pois temos confiança em quem está com nosso companheiro.
Você dita as regras, não o oposto, ninguém te manda, porque ela é o brinquedo sexual e não o contrário.
Não faça nada somente pra me agradar, faça para se agradar e isso irá me agradar.
Tenha ciência de sentimentos e tesão são coisas distintas, não tem essa que a foda tem que ter amor, meu coração tá em cima, meu pau embaixo, o coração só serve pra bombar sangue nessas horas.
Não se contenha em dizer o que quer, a idéia é tentar, então que tentem os dois.
Controle-se emocionalmente, sempre haverá ciúmes, porém sabendo que sexo e amor são coisas distintas, temos controle do tesão sobre o ciúmes e a coisa sempre fluir bem melhor com auto-controle emocional.

PS: Relacionamentos abertos não são simples, mas são bem divertidos quando se tem regras fixas.
PS2: Relacionamento aberto quando é só pra uma parte (eu posso ter várias mulheres, mas vc não pode ter homens), é coisa de nego que não se garante.
#fikdik

Texto de As_De_Paus'

Manual do Sexo Anal






1- Respire fundo
2- Não resista! Relaxe o máximo que puder!
3- Tenha paciência, vai melhorar.
4- Aproveite!

Sempre tive pavor só de pensar. Imaginava que ia doer, incomodar, que seria uma experiência traumatizante... Tive muito mais medo de fazer sexo anal pela primeira vez do que de perder a virgindade. Mas uma hora tinha que acontecer.

Dono se posicionou e eu gelei. Não tinha pra onde correr. O tão temido momento havia chegado. Lubrificante, massagem, forçar. E quem disse que entrava? Ele forçando, eu tentando relaxar, e o tato mais aguçado do que nunca. Meus sentidos estavam completamente alertas! Depois de muuuuuito esforço, ele estava dentro de mim. Doeu, como eu esperava. E também incomodou. No começo, era terrível! Eu queria sair correndo pro banheiro! rs Que sensação mais esquisita... Pedi pra parar várias vezes, fiquei imaginando quanto tempo aquela tortura iria durar, parecia não acabar nunca.

De repente, num passe de mágica, não incomodava mais. Ao contrário, ficou surpreendentemente bom! Ainda bem que ele não ouviu meus apelos sobre parar. Rsrs Comecei a corresponder aos seus movimentos. Como eu pude ter medo daquilo algum dia na vida? Haha Mas o fato é que é preciso ter bem mais cuidado e carinho na hora de iniciar essa prática do que um sexo convencional. Perdi o medo, as neuras e as pregas de uma vez só! Rsrs

Agora sou mais uma adepta ao time das que curtem sexo anal. E super recomendo! Só fiquei confusa sobre uma coisa... Por que mandam as pessoas irem tomar no c como se fosse uma ofensa? Gente, pra mim isso agora é praticamente um voto de felicidades! Fica aqui o meu desejo de que todas devem ir tomar no c, por favor, porque é maravilhoso!!!! :)

gabriela do S.S

Vida Dupla X Caráter


ACHEI ESTA TEMÁTICA NO FETLIFE E VI QUE É BEM PERTINENTE PARA AS PESSOAS ENTENDEREM QUE TUDO É UMA QUESTÃO DE OPINIÃO. CADA UM TEM A SUA.


A pergunta é simples, você acha que um Dominador(a) / submisso(a) que tem uma vida dupla, casados que mentem para os cônjuges (que nem desconfiam do lado BDSM) é falta de caráter?
Você aceitaria uma relação assim?

Respostas:


 1) Não é honesto e está bem longe do ideal...


Mas vamos combinar que existem situações bem complicadas.

Um exemplo é quando a pessoa se casa sem saber do BDSM, e depois se descobre DOM ou sub.... E nisso, tenta puxar o marido/esposa para os seus fetiches e essa pessoa se recusa a aceitar, julga, critica....

As vezes não é tão simples se separar. Podem haver crianças envolvidas. Pode haver amor na relação. Ninguem de carater simplesmente joga tudo para o alto em nome de seus fetiches sem nem pensar duas vezes. É uma decisão séria.... E leva um tempo pra aprender o que é fetiche e o que é essencia. Leva um tempo pra pessoa descobrir o que ela pode evitar em nome de algo maior, e o que é parte dela.


Eu não me vejo em um relacionamento de longo prazo com uma pessoa casada e que mantenha o BDSM em segredo, por questoes práticas. A disponibilidade dessa pessoa é muito menor. E os sentimentos mais intensos, talvez já estejam "comprometidos" com o conjuge. Mas não é uma questão de julgamento. A vida prega cada peça... entre o preto e o branco tem ciquenta tons de cinza (não resisti). Cada caso é único. É muito dificil julgar.

2) Vamos ser diretos...

Julgar alguém no meio BDSM é ridiculo.....


Cada qual faz da sua vida o que quiser...eu não vivo essa situação mas fala sério!!! é absurdo tantos comentários em algo que é simples... Ei vivo o meu com meu Dono...o proximo vive o dele e assim por diante...não existe mentira pequena ou grande,mentir é mentir... eu não julgo para não ser julgada,vivo a minha vida,e tomo conta dela...ponto!


Existem tantas coisas que eu não faria no meio BDSM e tantas outras que me assustam,mas eu não costumo apontar o dedo pra ninguém,porque um dia esse dedo pode estar apontado bem no meio da minha cara,e ai será a minha vez de não gostar...


Tem que haver respeito pelo o que as pessoas vivem e como querem viver.[2]

Julgar as pessoas como mal-carater por isso é demais, é um abuso.[2]

Existem familias completamente felizes aos olhos de muitos,onde TODOS são pessoas com a vida no crime,e ninguém mente pra ninguém...e aí????

Por acaso são pessoas de caráter???

Vida real e vida BDSM: posição muda?



MAIS UM TEXTO DO FETLIFE QUE É BOM PARAR PRA PENSAR.



https://fetlife.com/groups/47096/group_posts/2811720


Uma vez escrevi sobre o "estado de dominação" e o estado de submissão.

Um esta contido no outro, mas nem por isso descaracteriza ngm.


Podemos ver isso em algumas situações:


1 – um diretor de uma grande empresa, dá ordens o tempo todo, é um líder...que em certo momento na intimidade, gostaria de se submeter para outra pessoa.


2 – alguém subalterno....em sua intimidade quer mandar


3- a natureza do indivíduo de comandar é nata, ele faz isso em todos os sentidos


4- a natureza do indivíduo de obedecer é nata, ele faz isso em todos os sentidos


No caso 1 e 2 acho certo problema...pq a ação inversa do papel funcionaria como desabafo, válvula de escape...


3 e 4 seriam naturais....


Há outra classe que chamo de refugiados

Eles não tem amigos baunilha....são...de certa forma depressivos e que vêem a única maneira de se relacionar e entrar no meio e ser fantoche dos outros.

Nota itens 3 e 4 :

Um TOP não deixa de ser..quando abre a porta do carro para a sub.
Assim como na questão de comportamento, ou “etiqueta” no mundo baunilha.

Uma ação gentil não implica em fraqueza do TOP, bem como uma ação mas severa do botton


Sabemos que há certas particularidades entre um e outro...e como em qq reação...temos foco e o caminho é único.

Como ser humano, NÃO me considero o SR da razão, mesmo com TOP ainda tenho que desenvolver várias coisas, se a sub porventura comentasse , ou me corrigisse ...ela n deixaria de ser sub e EU não deixaria de ser TOP...seríamos amigos....Situação que as vezes é bem confundida.

Mas cada relação é singular...alguns precisam de controle full time, outros buscam pela simplicidade do ser humano ( MEU CASO ) e o lance da energia em cada ação.


MAXIMOS PRIMOS

Um dia qualquer!! Uma sessão ...



Texto de APOLO CARIOCA
Posto este texto hoje, pois está semana ele me foi muito útil pra lembrar de como comecei e de onde estou hoje. Uma longa trajetória de 15 anos.


Bom, sou novo por aqui... Entretanto pensei em usar esse mural para, hora e outra deixar a imaginação fluir, e depois usar na vida real rs...

Talvez essa sessão seja muito fraquinha para os veteranos, mas me agrada muito... Sendo assim, espero que para outros tenha um medida justa.. Vamos lá?

Para mim o Sexo começa muto antes da cama.. Começa nas tarefas, nas msgs.. Na questão psicológica.. Nessa semana a sub tinha uma tarefa.

Se masturbar todo dia, mas quando estivesse quase chegando lá parasse (isso as deixa mais solícitas aos seus pedidos rs).. Entretanto.. No domingo ela me liga desesperada.. Tinha gozado .. sem querer segundo ela.. Sua voz era de quem estava realmente arrependida.. Segundo ela foi de repente.. Quando viu.. Já tinha gozado.. E ficou com tanto medo que nem sentiu nada e ainda estava cheia de tesão... Para mim isso era sinal de um castigo, por não respeitar minha ordem direta 20 palmadas (lembrando que estamos falando de uma sub praticamente iniciante)

Mais uma semana se passa.. Nessa semana era o contrário.. Ela não podia se tocar. zona totalmente proibida.. mas como dever de casa ela tinha todo dia um video de BDSM para ver.. queria que ela aprendesse algo.. E no meio da semana a obriguei a me fazer um belo boquete.. Mas nada de poder se tocar..

Finalmente era o dia da sessão.. Antes fomos ao cinema.. disse para ir sem calcinha e vestido.. E no cinema minha mão brincava no escuro, pela coxa dela, vez ou outra tocava o clitóris.. Adorava como ela se contorcia.

Mais tarde finalmente fomos ao quarto e ainda na ante sala.. Disse que agora ela era minha cadela e cadelas não precisavam de roupas.. Mandei que ela as tirasse e fosse de quatro até o quarto.. A esperaria sentado na cama e assim ela o fez...

Ajoelhada diante de mim, sem roupa perguntei se ela sabia porque seria castigada hoje.. Ela disse que sim.. Por ter gozado sem minha permissão...

Tirei da minha bolsa pregadores com cordas.. E coloquei em seus mamilos.. Peguei sua coleira, coloquei em seu pescoço.. Prendi a guia à corda dos mamilos a a fiz passear como um cadela por alguns minutos...

Voltamos para a cama e ela ainda no chão perguntei se ela queria minha pica.. ela disse que sim.. Fiquei de cueca e disse para ela tirá-la com a boca minha cueca..pois cadela não tem mãos.. Ela o fez e segurando sua cabeça a fiz fazer um boquete maravilhoso enfiando meu pau em sua garganta.. as vezes ela se engasgava.. Eu dava um tempo para ela respirar.. Foi meu primeiro gozo.. Ela agradeceu..

Puxei a corda e arranquei os pregadores, calmamente brinquei com os peitos sensibilizados pelo pregador .. Mandei ela subir e ficar de bruços na cadeira erótica do hotel.. Usei silver tap e amarrei seus braços e pernas.. Era hora do castigo

Mas antes.. Resolvi brincar um pouco com aquele cú.. Era muito apertado e precisava alargá-lo aos poucos.. Passei meu dedo por toda bunda dela até chegar no buraco .. e com lubrificante fui metendo cada vez mais fundo o dedo,. enquanto ela aprendia a sentir prazer no cú.. Sua buceta pingava a essa altura

20 palmadas... Pensei em dividir em ciclo de 5.. Ela deveria contar

Dei as 5 primeiras.. Só para aquecer.. Ela contava.. Parei um pouco para passar minha unhas suavemente por suas costas.. Deu mais cinco.. Suas nádegas começam a ficar num lindo vermelho.. Ela contava..

Parei mais um pouco.. Peguei as velas.. muitas cores.. Ia dar uma bela foto depois.. Pinguei um pouco de cada cor.. Ela gemia.. Sentia dor.. Mas sua buceta literalmente pingava...

Era hora de melhorar tudo.. Peguei um vibrador pequeno e o adesivei no clitóris dela.. Liguei um pouco. Ela urrava de tesão e pedia desesperadamente para gozar.. Disse que não.. desliguei o vibro.. Dei mais cinco palmadas..

coloquei a camisinha e comecei a foder sua buceta.. Ela gemia alto .. muito alto.. Dei mais 2 palmadas.. Ela precisava ser lembrada que tinha que contar... Liguei o vibrador.. disse que ela podia gozar depois da 20 palmada.. Ela gritava , gemia .. implorava.. Enquanto eu fodia mais forte.. Diminui o ritmo e dei mais duas palmadas.. Aumentei o ritmo.. Ela parecia explodir.. E mal dei a 20ª palmada ela gritou e gozou.. gozou gozou.. A desamarei.. Peguei no colo e coloquei o corpo na cama.. A abracei e esperei ela se recuperar.. Obvio que antes disso ela tinha que me agradecer.. Foi o que ela fez antes de dormir..

UFA.. é isso

UM(A) DONO(A) OU SUB URGENTE, PELO AMOR DE DEUS! CUIDADO PRA NÃO SE PERDER.

É complicado lidar com o desespero. Especialmente com o desespero que percebemos em algumas pessoas chegando recentemente ao BDSM, geralmente meninas candidatas a Anastácias, que precisam muito virar sub-princesas antes que a moda acabe!

Mas o fenômeno em si não é novo, mesmo muito antes do livro, me deparei não apenas no Fetlife, mas também no falecido Orkut, e nas poucas vezes que entrei nas velhas salas de chat do UOL, com pessoas em busca de caras-metades instantâneas para vivenciarem suas fantasias “BDSM”. E aí mora uma série de questões problemáticas que acho importante abordar.

Poderia começar abordando as questões atinentes à segurança, diante do despreparo oriundo da inexperiência das subs neófitas em compreender riscos de se relacionarem de modo tão intenso com desconhecidos (às vezes desconhecidos de todos nós, um pouco mais antigos no meio), e também de Tops iniciantes pisarem em chão escorregadio pelas má intenções de pessoas descompensadas, frustradas, ou até mal intencionadas mesmo.

A pressa ajuda muito as piores coisas do mundo a acontecerem com as pessoas que procuram prazer e satisfação imediatos.

Não raro sou procurado para indicar, ou apresentar pessoas, por submissas e Dominadores que estão se aproximando ou retornando ao BDSM, já de posse de uma espécie de currículum vitae (o que não é má ideia!), prontos a se candidatarem a Donos ou subs para suas práticas. Acho louvável que sejamos capazes de delinear o que somos, e traçar o perfil do que procuramos, de forma até um pouco objetiva. Mas é necessário compreender que a vida não é objetiva. E muito menos no BDSM.

Até pelo fato de que é impossível saber através dos itens listados numa conversa curta, ou num currículo de preferências e experiências, o tipo de pessoa com quem estamos lidando. Mesmo os praticantes da linha Masô, que não buscam nada muito sentimental, nem D/s, e pretendem mais um parceiro de atividades do que uma “metade da laranja”, precisam perceber que por trás de um chicote existem pessoas que podem deter TODO O TIPO DE INTENÇÕES. É sim necessário conhecer MUITO BEM com quem estamos lidando. E isso, meus caros, passa por um processo um pouco mais longo do que simplesmente trocar MSN e marcar o motel.


Evidente que este textinho (mais um) pode estar passando batido e desinteressante pra galera da velha trilha no BDSM, que já conhecem bem todos os parâmetros de risco, e tals... Mas o que não falta é gente chegando, completamente perdida.

Apesar de o BDSM não ser um covil de lobos malvados (se bem que...), certamente tem a amostragem de gente boa e ruim em proporções muito semelhantes à do meio baunilha (e isso não é pouca gente ruim não). A diferença é que no BDSM, essas pessoas tem sua vida e sua saúde nas mãos. A segurança de sua integridade física, moral e emocional (talvez até espiritual!). E isso não depende do quanto você está disposto a entregar de sua vida.
- Depois que a porta fecha, e “a luz apaga”, você só terá as certezas que construiu antes de entrar.-

É aí que cravo o facão no chão na minha afirmativa: Você terá o que mereceu. Não importa o quão maravilhoso, terrível ou trágico, você terá o que mereceu, e estará perto de quem você escolheu. Então, minha recomendação é que cada passo seja pensado com responsabilidade.

E não pensem os senhores Dominadores mega-fodões que estão livres disso. Uma submissa frágil, inocente, portadora de olhos doces e voz macia pode ser a ruína da vida de um verdadeiro Capitão Nascimento ou King Kong. Nada que meia dúzia de palavras difamatórias falsas, um B.O. de delegacia, ou uma campanha pessoal pelo fim de sua privacidade não faça tornar um desgosto. Dominador “Comedor”, que passa o rodo geral nas subzinhas pode escorregar nas intenções de alguma delas.

Agora, combinados de que o risco não tem posição hierárquica, fica minha proposta: Olhemos com responsabilidade para nossas escolhas, não apenas para que fiquemos longe de riscos, mas também para aumentar nossas chances de estarmos próximos de gente realmente compatível e interessante em todos os aspectos.

Não esqueçam que o tempo que perdemos ao lado de pessoas que não são o que procuramos não volta mais. E que muita gente bacana deixa de estar perto da gente neste período.

Mas, por último, e não menos importante, lembremos também que perfeição é coisa “bem rara”. E geralmente, pura aparência. Saber aceitar os outros como são também é uma das fórmulas da felicidade. Não adianta perfilar tudo o que queremos de alguém. É preciso que sejamos um perfil que merece aquilo que deseja.


Afinal, SEMPRE estaremos cercados de gente que merecemos. Como quer que eles sejam, é o que merecemos.


Postado por DomJupiter no Fetlife em 04/04/2013

Meus conselhos a quem acaba de entrar no BDSM. SABER SE É ISSO MESMO QUE QUER,NÃO ENTRAR SÓ POR AMOR.


Bom, você acabou de entrar neste mundo novo chamado BDSM.

Aqui você vai encontrar todo tipo de gente. Dos mais pervertidos aos mais castos, por incrível que possa parecer.


Para evitar dissabores e decepções, aí vão os meus conselhos.


Dizem que se conselho fosse bom todo mundo vendia... pois é... os meus são bons e eu vendo caro... mas, desta vez vou lhe oferecer um brinde, para você gostar do produto e querer comprar na próxima vez... :)



  • Leia, estude, entenda o que é BDSM e todas as suas variantes;
  • Use MUITO a sua cabeça para raciocinar em cima do que você lê;
  • Não aceite nada como verdade absoluta. Não aceite nada como verdade pessoal se não estiver de acordo com a sua lógica;
  • Não acredite que alguém seja 100%... ninguém é perfeito... nem um perfeito santo nem um perfeito crápula;
  • Se permita conhecer e conversar com todo tipo de gente. Escutar opiniões diferentes ajuda a ampliar os seus horizontes e te dá mais bases para tirar conclusões e desenvolver a sua verdade pessoal (até porque nem tudo o que é verdade para você, que combina com as suas idéias, é uma verdade universal);
  • Conheça muito bem qualquer pessoa, seja Dom ou seja sub, antes de se envolver;
  • Dispa-se de preconceitos. Pessoas diferentes pensam diferente e têm verdades pessoais diferentes. O que é bom para um não necessariamente é bom para outro e o fato de algo te desagradar não quer dizer que esta coisa é ruim. Quer dizer que esta coisa é ruim para você;
  • Proteja a sua intimidade e a sua vida pessoal de quem quer que seja até que você tenha muita certeza de que aquela pessoa merece a sua confiança. Entenda que o mundo lá fora considera a todos nós como loucos, tarados, maníacos, pervertidos etc etc etc e que colocar em risco a sua vida pessoal pode lhe trazer problemas familiares, profissionais, sociais etc;
  • Quando estudar sobre BDSM observe as reações físicas e psicológicas que você tem a cada tipo de prática. Procure se conhecer bem pois só assim você vai ter uma noção bem razoável do que você gosta e do que você quer;
  • Se permita conhecer novas práticas que inicialmente não lhe despertaram interesse, desde que nenhuma delas te desperte horror de cara... Isso te ajudará a ampliar os seus horizontes;
  • Procure uma pessoa que lhe desperte confiança e que tenha já uma certa experiência em BDSM e peça para que esta pessoa te mentore. Isso vai te dar alguém com quem tirar dúvidas, conversar, desabafar etc... Veja bem... a função de Mentor não é fazer sessão... é te ajudar a encontrar o seu caminho... Na verdade eu particularmente desencorajo Mentores e mentorados de terem envolvimento BDSM ou sexual;
  • Não considere a você ou ao seu Mentor como donos da verdade absoluta. Tenha humildade para ver que ninguém é proprietário da Verdade (com letra maiúscula) e que ninguém está capacitado para julgar ao próximo;
  • Não fique cagando regra pra cima dos outros. Não tente impor a sua verdade pessoal a outras pessoas. Lembre-se que ninguém é 100%, nem você, mas que todos têm 100% do direito de decidir o que querem para si mesmos.

Isto tudo dito, boa sorte.

Journal publicado no Fetlife por Mestre Ferreiro em 16/03/2013

Sexta-feira castigo em casa e na Festa de Swing Dono cumpriu o prometido

Sexta-feira castigo em casa e na Festa de Swing Dono cumpriu o prometido


Cheguei em casa mais cedo e não sabia nada do que me esperava, sabia que tanto eu como DONO havíamos tido uma semana tensa e que precisávamos conversar.
Entrei, coloquei comida pro DONO2 (O Gato), fui tomar banho e me preparar para receber DONO como ele gosta.
Arrumei o nosso quarto, troquei roupa de cama, lavei louça e fui me preparar. Tomei um banho bem demorado , hidratei cabelo e corpo, coloquei o perfume que ele gosta e fiquei como ele gosta: nuazinha à sua espera.
DONO chegou irritado com coisas do trabalho.  Conversamos, e no meio da conversa surgiu um assunto que me deixou muito decepcionada com a forma como as coisas aconteceram, ele veio me  acalmar, e acabamos discordando.  Ele se zangou comigo e disse que ia tomar o banho  dele e que eu aguardasse minha punição.
Muito chateada e triste , fiquei no quarto chorando e aguardando o que me esperava.
Neste meio tempo toca o telefone e era uma amiga nossa nos convidando para uma festinha na casa dela, uma festinha só de casais amigos que conhecemos através dela nas festas de swing que ela promovia. DONO ainda estava no banho e não pude confirmar, disse que quando ele saísse do banho ligava pra ela.

DONO já saiu do banho me mandando engolir o choro e perguntando quem ligou, falei pra ele do convite e ele nem esboçou  reação. Mandou eu me deitar , abrir as pernas e começou a bater no meu grelo, tanto com a chibata como com o  chicote.  Quando eu já estava me contorcendo de dor, ele parou e meteu a pica em mim de uma só vez enquanto batia na minha cara.  Eu não me contive e não parava de chorar, quanto mais eu chorava mais tapas ele me dava. Assim que ele gozou, ele olhou pra mim, perguntou se eu estava doída e é claro que disse que sim, ele disse.
- Que bom, se veste que vamos pra festa da  Marcia.
Obedeci mesmo com o grelo super doído.  Quando estava me arrumando ele disse aguarde que a noite não havia terminado.
Chegando  na festa vimos que era uma pequena reunião de 3 casais. Bebemos um pouco, conversamos, vi logo a dona da casa se chegando pro DONO, e já encaminhando o namorado dela na minha direção.  DONO de cara liberou.  Lembrei que ele um dia tinha me dito que ia me usar e bater no meu grelo até eu não aguentar e depois me levar pra uma festa de swing e vi ali a ameaça se realisando.

Enquanto DONO se divertia me vigiava ao mesmo tempo.  Assim que terminamos com este casal, achei que tinha acabado o sofrimento.  DONO veio na minha direção, me beijou e disse: agora você vai dar pra mais dois e sem reclamar.  As lágrimas escorriam, a dor era insuportável, mas castigo é castigo.
Assim que terminou esta festa fomos pra casa.  DONO foi me beijando e mimando, dizendo que gostou muito do meu comportamento.  Cheguei em casa, tomamos um longo banho e dormimos bem abraçadinhos.

A submissa *inteligente* HOJE USO ESTAS DICAS PRA VIDA



1- Saber escolher. não só pelo caráter.. mas pelas identidades de direcionamento. Pelas forma que vêem a servidão. Pelo que esperam e anseiam.

2 - Não ser ansiosa por encontrar seu algoz. Um ditado chinês diz

Quando o discípulo está pronto o Mestre aparece A ansiedade em viver o sonho leva a equívocos

3- Ao escolher um como seu objetivo verificar se é sonho, fantasia ou delírio.. Tem situações que são improváveis.. outras impossíveis.. outras ainda NEM POR MILAGRE. Saber discernir para evitar passar anos perdendo tempo correndo atrás do próprio rabo.


3- Não acreditar que todas as dores são saudáveis. Saber definir o que é humilhação SM e desrespeito puro e simples.

Perceber a diferença entre sadismo dentro do contexto SM (que é uma forma deamor) e a perversidade de caráter (que é uma forma de ódio generalizado).

Muitas vezes a perversidade não é física... não deixa marcas no corpo... nem por isso menos dolorosa. Cuidado e atenção. Sempre.


4 - Sentir prazer no que NÃO é NORMALMENTE prazer. Principalmente fora das sessões. Paciência em esperar. Confiança no seu Dono. Acreditar sempre... afinal foi vc quem o escolheu tb pelo caráter...Sinceridade, com ELE e conosco , amigas)


5- Usar o tempo de espera para uma dedicação solitária. Cuidar de si. Do corpo..sim gente.. do corpo...rs a gente entrega a alma mas o corpo vai de contrapeso Até cursinhos básicos como de massagem.. olha eu entregando o ouro dança.. pompoar...etc etc etc.. investir na propriedade DELE, para quando a encontrar ver que as reformas sempre a fazem melhor.


(E em segunda possibilidade,esses cuidados acabam nos preparando para o futuro,quem sabe um belo representante do MST, caso o latifúndio não seja devidamente cuidado, valorizado e usurfruido pelo Proprietário)


6- Respeitar seu DONO.. SEMPRE.. todo seu comportamento é visto como reflexo da autoridade dele. E essa responsabilidade temos que levar conosco.


7- Perceber quando a dor virou sofrimento e nesse momento saber encerrar a relação se não houver mais jeito de forma digna.
SEM queixas publicas... sem choramingos DEMAIS...Altiva e educada.
Lembrem-se MIL OLHOS TE OBSERVAM e... como diz uma musica antiga.. não me lembro agora de quem.. Se ela fez com o OUTRO VAI FAZER COMIGO.

by Lorena

Tipos de Dons


Dom Abracadabra: faz contato, negocia, acerta os termos com a sub e desaparece para sempre

Dom Agostinho: simpático, malandro, falastrão, sabe tudo, mas nunca foi dono de ninguém


Dom Brahma: Pensa que é o melhor de todos, o número 1


Dom Cético: nunca acredita que as torturas doeram


Dom Cigano: Está sempre mudando de sub


Dom Denorex: Parece mas não é


Dom Galo: canta de galo, mas quem manda é a sub


Dom Gasparzinho: faz contato, controla, dono dos pensamentos da sub, mas nunca aparece


Dom Hardy Har Har: ao ver a sub marcada, exclama - Eu sabia que isso não ia dar certo!


Dom Juan: não pode ver uma sub, passa cantada em todas, não importa se tem Dono.


Dom Catchup: não para enquanto não ver o sangue da sub


Dom Lampadinha: quando lhe dizem que a sua sub tem outro dono, ele responde, "To ligado!"


Dom Matemático: só sabe fazer 69 com a sub


Dom Morcego: só quer chupar a sub


Dom Pardal: está sempre inventando cenas, aparelhos, torturas, para não passar trabalho.


Dom Político: só promete e nunca faz nada


Dom Quimera: produto da imaginação de uma submissa


Dom Sabonete: é liso, sempre arranja uma desculpa e não aparece nunca


Dom Salgueiro: chora quando machuca a sub.


Dom São Tomé: só acredita que dói, se ele mesmo experimentar


Dom Sherlock: Está sempre procurando na sub, marcas que não são suas


Dom Shibari: é totalmente enrolado


Dom Utopia: moreno alto, olhos verdes, cavalheiro, rico, tem uma BMW e é bonito e sensual


Dom Vaselina: Diz para os outros Dons que faz e acontece, mas a sub faz o que quer dele


por Lena Lopez

Quatro mitos sobre a exclusividade

Os eternos debates no meio BDSM sobre exclusividade e irmãs de coleira entre as submissas, me inspiram a expor minha visão sobre o tema, que para mim sempre foi um tema instigante, até mesmo apaixonante.
Muito antes do BDSM, sempre me questionei sobre o porquê de tantas lágrimas e dores, quando se sabe que alguém tem uma experiência, seja amorosa ou sexual, com uma pessoa fora da relação estabelecida. Sempre me interessei sobre a natureza do ciúme, da tendência à exclusividade nas nossas relações, do desejo e da atração.
Toda vez que me aprofundo no tema, encontro o que chamo de mitos a respeito das relações, fortes núcleos de resistência, baseado em convicções sociais, morais ou religiosas, que muitas vezes distorcem a realidade do desejo e do prazer.
Primeiro de tudo! Não podemos conversar seriamente a respeito do tema se não levarmos em consideração uma coisa básica: nós, homens e mulheres, pensamos diferente, sentimos diferente, temos uma alma distinta, uma psicologia distinta.
Isso é maravilhoso, pois é justamente por isso que gostamos do sexo oposto, porque é oposto. Sentimos atraídos pela energia que nos falta e buscamos unir as duas no sexo e nos sentir assim inteiros por alguns instantes, fundidos, uma só energia, um só ser.
Não há como negar, basta ver os debates, as angustias nas relações. Homens tendem a querer experiências com mais de uma parceira para se sentirem satisfeitos, felizes e livres. Mulheres necessitam de exclusividade para se sentirem seguras, amadas e especiais. Não tem como fugir desse fato, nesse ponto o criador foi bem humorado e pensou: vou fazer eles bem diferentes para ver o que acontece, vai ser divertido!
Mas o problema todo começa porque um exige que o outro pense ou sinta como ele pensa e sente. E ai começa o tormento. Porque você age assim, se eu não faço isso com você? Porque você precisa disso? Eu não sinto falta, porque você sente? Simples, porque somos diferentes, temos necessidades diferentes, visões diferentes.
Primeiro mito: um mito clássico e muito conhecido é a famosa frase: quem ama não precisa de mais nenhuma outra pessoa. Esse raciocínio não é uma verdade absoluta, é uma verdade relativa que surge muitas vezes da visão feminina. A mulher envolvida pensa assim: se meu homem quer outra mulher, deseja outra mulher, logo algo deve estar errado comigo, eu não devo estar satisfazendo ele o suficiente, não devo estar sendo boa o suficiente, pois se eu o completasse, ele não estaria buscando isso.
Não é assim! Esse é o segundo mito: ele não busca outra experiência porque a experiência dele atual está ruim. Absolutamente! Pode estar sendo uma experiência maravilhosa, pode estar sendo lindo, mas ainda assim não negaria outra experiência que seja divertida, prazerosa, interessante, instigante, bonita.
Ele continua amando plenamente a parceira atual! Para o homem, o envolvimento não tem nada a ver com o que ele sente pela parceira. Mas para a mulher tem, e muito! Ela se compara, se mede, se avalia, avalia a relação, questiona o amor do homem por ela e vai por estradas que o homem não entra e muitas vezes nem entende.
Terceiro mito: uma mulher não pode amar dois homens ao mesmo tempo, um homem não pode ter sentimentos por duas mulheres. A gente sempre pensa que um é amor e com o outro é somente excitação, sexo, atração física, diversão. Sentimentos por dois é algo impossível. Será mesmo que isso é algo tão certo?
Sei que todos vão achar que é diferente, mas um mestre pode ter mais de um discípulo e amar eles igualmente. Um pai pode ter três filhos e amar eles igualmente, se temos dois animais em casa, amamos da mesma forma.
Ah não, pera ai, vão alegar rapidamente alguns com vigor! Amor de homem e mulher não tem nada a ver com amor de mãe, de mestre, de dono de dois cachorrinhos! Você está falando absurdos! Sabe por que pensamos assim? Por causa do quarto mito.
Quarto mito: confundimos amor com posse, amor com apego, amor com sexo, com carência, com dependência e misturamos tudo no mesmo saco escrito amor. Por isso que chegamos a conclusão que amor não pode ser dividido, compartilhado, porque na verdade estamos falando de posse, de objeto de nosso apego e não de amor de fato, puro, incondicional, como os pais tem por três filhos ou temos por dois animais.
Devem existir mais mitos a respeito desse tema, pois ele é muito complexo, vasto, profundo e por isso me encanto com esse assunto desde a adolescência e sempre questionei a instituição de uma relação fechada, absolutamente exclusiva, como se fosse moralmente superior, de luz, bonita, enquanto a infidelidade é algo cruel, sujo, pecaminoso, promiscuo, animal, instintual. Acho que devemos evoluir nisso.
Contemplando esses quatro mitos e tentando entender profundamente que atrações nada tem a ver com amor, que não buscamos uma porque a atual não nos completa, que sentimentos podem sim ser compartilhados e que homens e mulheres muitas vezes pensam e necessitam de experiências distintas, creio que assim podemos um dia ter mais paz nas relações, aceitações, mesmo que sejam tolerâncias ainda não compreendidas.
Mas não tratar esse tema com ferro e fogo, com radicalismos do tipo, se isso acontecer está tudo acabado entre nós, teremos evoluído um pouco mais em nossas relações.

Fonte: Senhor-RJ, publicado no site Fetlife


Tipos de Submissas



Sub-ácida: Está sempre azeda e acha que não apanhou o bastante
Sub-aquática: chora rios de lágrimas e se urina
Sub-clínica: Esta sempre com algum sintoma
Sub-consciente: Está sempre alienada
Sub-crônica: É submissa 24 horas por dia e até nos sonhos
Sub-crustráceo: Já levou tanta lambada, que criou uma crosta em volta do corpo
Sub-delírio: Está sempre entre a fantasia e a realidade, não se decide nunca
Sub-dialeto: Quando está apanhando não se entende nada do que ela diz
Sub-entendida: Está sempre procurando algo nas entre-linhas
Sub-estimada: Se acha pior do que as outras
Sub-fixa: Aconteça o que acontecer, fica parada no mesmo lugar, estátua
Sub-fóssil: Antiguíssima
Sub-genérica: igual a ela existe um monte
Sub-humana: compreensiva e caridosa
Sub-ida: se acha a tal, acima das outras
Sub-ita: virou subimissa de repente
Sub-jetiva: Submissa dela mesmo
Sub-jugante: confusa e acha que domina
Sub-legenda: Não entende nada, tudo tem que ser por escrito ou desenhado
Sub-levada: está sempre revoltada, teimosa
Sub-limada: foi torturada com uma lima ou grosa
Sub-limável: pode ser torturada com lima ou grosa
Sub-liminar: autoinfluenciável
Sub-lingual: fala pelos cotovelos, fofoqueira
Sub-linhada: Está sempre por baixo
Sub-locada: de aluguel
Sub-lunar: Está sempre no mundo da Lua
Sub-marino: adora ser afogada
Sub-médium: sente as dores no dia anterior
Sub-mersa: o mesmo que sub-marino
Sub-mergível: aquela que o Dono está pensando em afoga-la
Sub-metida: já fez sexo com o Dono
Sub-missiva: Submissa de recados, office-girl do Dono
Sub-nutrida: aquela que já fez as refeições
Sub-oficial: a titular
Sub-ornada: toda enfeitada, cheia de frescura
Sub-sidiada: viva às custas do Dono
Sub-solo: está por baixo, mas quer ficar mais por baixo ainda
Sub-estabelecida: recebeu a submissão de outra submissa, a fim de substitui-la
Sub-tensa: nervosa
Sub-terfúgio: está sempre se esquivando do Dono, sempre arruma pretextos
Sub-terrânea: adora ser enterrada viva, se acha uma minhoca
Sub-total: abraça todas, sofrer é com ela mesmo
Sub-traída: o Dono tem outra
Sub-traindo: Tem dois ou mais Donos
Sub-tropical: se acha a Carmem Miranda, adora banana, pepino. etc...
Sub-versiva: totalmente revolucionária, quer ser igual ao Dono






Minha visao de submissão. Blogg da amiga Arisca




As vezes me cobram bastante, ser submissa, mansa, boazinha.. rs..
Não sou assim, apesar de ser educada, e tranquila...
Na vida, eu sou quem me mantem, me governa, me provem.. então, não tenho o hábito de ser submissa para ninguem, senão a vida me engole... rs
Mas respeito as pessoas, lógico, e da mesma forma, se e como sou respeitada. Então, não sou de fala mansa... de uma certa forma, sou até arrogante.

Submissão para mim, é entrega.. é ser posse.. não desassocio isso.

Pra mim, vem junto com Dono... não anda sozinha.. Não sou submissa enquanto não tenho quem me submeta.. Não me submeto a todos.. Só me submeto a quem eu me entrego.. e mesmo assim, só depois q eu sinto, de FATO e no REAL, que aquele homem tem a condição de me subjugar.. me amparar.. me levar ao poço e me trazer de volta..

Não esperem de mim, falas como "Sim, Sr", pq eu falo o q eu penso, mesmo que no futuro, meu Dono me castigue por isso, eu arco com as consequências e não fujo.

Como submissa, tenho o direito de ter meus limites respeitados.. e esses, para mim, são só aquelas coisas q eu nunca farei de fato.. pq no mais, eu não coloco outros. Não são limites, as coisas q não conheço e acho que tenho condição de aguentar.. Mas, só com confiança e muita, q isso irá acontecer.

Sou ainda um bicho (interno) enjaulado, que não tem a noção do seu tamanho.. não posso afirmar q sou isso ou aquilo (submissa ou masoca), pq a experiência real foi pouca... não acredito q tenha desenvolvido tudo o q tem dentro de mim... ainda sinto, que o que eu mostro é só a ponta de um "Icebergzinho".. rs.. E a necessidade de colocar isso para fora é grande..
Mas, não procuro ninguem, que queira me quebrar na porrada, so para me dizer: Olha ai.. vc é masoca viu?? Eu quero algo mais profundo.. mais comprometedor.. mais intenso.. com cumplicidade.. relação.. parceria.. troca..
Pq para mim, apesar de o Dono vir em primeiro plano.. esse relacionamento é como um outro relacionamento qualquer.. uma troca.. uma via de mão dupla.. Onde as pessoas se propõe a serem mais sinceras.. Se propõe.. mas...

Então é essa a minha visão e meu comportamento diante da submissão.. Não vergo, até que o Homem a quem denomino MACHO ALFA, consiga me encontrar e me encantar..

ariska    
12.7.12

BDSM como forma de justificar a putaria?? Blogg da amiga Arisca.




Como todos os que me conhecem sabem, eu sou apaixonada por BDSM... E estou decepcionada com o que vejo por ai, em vários locais e meios utilizados para conhecermos pessoas...Entro em chats.. e por diversas vezes sou chamada de puta, cadela, etc.. Falta bastante entendimento quanto a isso.. Eu não deixo que NINGUEM me chamem assim.. Só um homem me chama dessa forma.. E esse homem, se denomina meu DONO.. E como eu não tenho Dono.. NINGUÉM ME CHAMA ASSIM..
Não sou submissa de todos.. e nem fico fazendo au au pra todo mundo.. Aliás, nunca fiz au au para ninguém.. rs. Minhas conversas com dominadores sérios, são baseada em respeito mútuo.. conversas normais.. onde o BDSM é citado várias vezes.. e onde mostramos que estamos decepcionados com o andar da carruagem. Nunca um Dominador sério, do meio, me chamou de cadela ou algo assim, pq ele respeita a submissa que não é dele.. RESPEITO.. uns dizem: cadelas não merecem respeito.. Eles tem razão.. pq só conhecem mulheres, que não se dão ao respeito..
BDSM começa com conversa.. com entendimento.. com afinidade. É uma relação que tem por objetivo crescer.. avançar.. chegar a um ápice.. E como fazer isso, tendo só sessão??? Não dá.. Eu não sou um saco de batata, que vai para uma sessão, ser "amaciada"... e depois ter um momento de muito sexo, com tapas na bunda e alguns xingamentos. Isso qualquer baunilha faz e as vezes muito melhor do que alguns pseudo-dominadores... Mas ai, quando falo que sou fixa, que busco coleira, que busco uma relação estável, viro uma casamenteira.. Quer dizer: BDSM agora, não tem mais a liturgia do uso de uma coleira????? Do ser posse???? Ou agora coleira é algo que se põe no pescoço, em uma sessão e que vai mudar de pescoço a cada sessão??? E a posse, virou coisa de 4 a 6 horas??? Bem estranho.. rs
BDSM para mim é relação.. é crescimento.. é cumplicidade.. e ser para o outro o que ele sonha em ter.. isso tb não se consegue em uma sessão. É quebrar limites e não, dizer que a sub é obrigada a fazer o que o Dominador quer sem direito a ter limites. Onde estamos com a cabeça? BDSM é SSC..
Uma negociação em SSC não é enumerar lista de prática, fantasias eróticas, tipos de contratos, regras de senzala e preferências pessoais somente.Nela todos os atos, fatos e cuidados devem ser discutidos, combinados e seriamente acordados entre ambas as partes..E onde estou vendo isso?? Em lugar nenhum, atualmente.. A pressa tem sido a inimiga da perfeição.. e a busca do perfeito, está em um TOP ter a paciência para formar seu botton, no que deseja.. Isso não se faz em um dia. Muito menos em algumas horas..
O que está acontecendo no circuito, é um bando de pessoas, que se dizem "hedonistas", e que nem sabem o que significa o termo. É uma busca desenfreada por sacanagem.. por provar 1, 2, 3.. ou 50 pessoas diferentes e dando o BDSM como o cartão de visita. Criando histórias mirabolantes e mentiras desregradas, para conseguir o que deseja. Estão cada vez mais espertos.. convincentes..
Aí vemos os: "quero sessão hoje"... "quero te dominar hj".. "quero te amarrar hoje"... "quero te bater hj".... Isso é BDSM???? rs.. O que foi construído para se ter uma sessão, por exemplo, depois de 2 segundos de papo???? Ah, e virtual.. Não houve olho no olho.. nada..
Há os que entram em sala e dizem, antes de um Boa noite: Vc é minha!!!... rs.. hilário.. digno de pena.
Quero deixar claro, que não sou contra nada.. mas para mim virtual não serve. Tenho um pé ou talvez um pé e meio no masoquismo.. mas não curto o auto-flagelo.. então, como ser virtual??? Sem chance alguma..
Talvez as pessoas ainda tenham que ler mais sobre o que é BDSM, para poder entender..
Vamos ao básico:
Oque é BDSM??(segundo a Wikipédia)
"BDSM é um acrônimo para Bondage e Disciplina, Dominação e Submissão, Sadismo e Masoquismo." Não vou colocar toda a descrição que a Wikipédia faz, pq isso se encontra em tudo que é local, basta digitar no "São Google" que terá diversos sites explicando.. não sou mais um.. rs
Voltando..
Se BDSM é Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo, dentro de suas mais variadas vertentes. Como fazer isso, de fato, de verdade em uma só sessão???
Pra mim, submissão é algo que está sendo confundido com putaria ou teatralização..
Eu não sou submissa em 1min de papo.. muito pelo contrário.. Dificulto, pq é algo que eu acho que merece ser conquistado pelo Dominador e não entregue numa bandejinha furreca.. Eu dou valor a minha entrega.. É como se ela fosse uma pedra preciosa, agarrada a uma rocha, que para ser retirada, sem causar dano, exige a paciência de quem a achou.. depois a mão do especialista, que vai transformá-la em uma joia.. Isso requer tempo.. paciência.. determinação.. As joias que vemos por ai.. lindas.. não eram assim em seus inícios.. eram pedras.. sujas.. escondidas.. Raramente, quem não entende de jóia, vai dar valor a uma pedra incrustada em uma rocha.. rs.. e isso é bom.. pq quem achar é pq sabe o q é..
Bem.. O BDSM tá ficando um lixo em determinadas partes e ações... Mas, não é o BDSM.. são os que se dizem praticantes e não sabem nem o que significa.. Eu e mais algumas pessoas, andamos conversando e chegamos a conclusão que o BDSM está se tornando uma forma de justificar as putarias.. E vc, o que acha???


ariska 12.5.12

BDSM 24/7 no casamento. POR ISSO MEU CASAMENTO ACABOU. NÃO CONCORDO COM ESTE TEXTO.

Muito se fala de BDSM ser regido pela trindade SSC (São, Seguro e Consensual) mas em momento algum, até por ser algo mais ou menos raro, se fala sobre um casamento onde a relação primária é BDSM.
Posso falar sobre o meu caso, sobre o meu casamento, onde eu e a minha mulher mantemos um relacionamento amoroso e ao mesmo tempo mantemos um relacionamento BDSM.  Minha esposa é ao mesmo tempo minha esposa, minha sub, minha serva, minha cadela.
Concordo que o BDSM deve sim, ser SSC.  Ao mesmo tempo, no meu entendimento, o C tem que seguir regras.  É impossível e quebra a cadeia de dominância se a cada ordem que eu der eu tiver que perguntar à minha sub se ela quer fazer aquilo.  Se aquilo é consensual.
Consensual a cada decisão é impossível.  Claro que, quando temos relações avulsas, a cada sessão deve-se antes discutir aquilo que são os limites de cada um e estes devem ser respeitados, pois ambos começaram a sessão CONSENSUALMENTE com o acordo de que estes limites sejam respeitados.
No caso do casamento isto se torna um pouco mais complexo pois é uma sessão que começa e não tem fim.
Consensualmente a minha sub entregou o pescoço para eu colocar uma coleira, entregou o dedo para eu colocar uma aliança e entregou a sua alma, para que eu a domine e disponha dela.  A partir do momento que eu coloquei coleira e aliança nela, ela abriu mão de ter vontade própria e a autonomia dela está limitada ao que eu disser que ela tem autonomia para decidir sem consultar o meu desejo.  Por exemplo, eu dou a ela autonomia para decidir qual aplicação financeira ela coloca as economias dela e isto ela pode fazer perfeitamente sem me consultar.
Aí você me pergunta:  Mas e as decisões domésticas, que nada têm a ver com sexo?  O BDSM não termina quando se sai da cama, ou do quarto?  E eu te respondo:  Sim, em parte.
Eu não chicoteio a minha mulher no mercado, não aperto os mamilos dela no ônibus, não dou tapa na cara dela no barzinho… realmente a parte do sadismo fica no quarto.  Mas a parte da dominância não.  Não é porque saímos de dentro do quarto que isto dá a ela o direito de decidir algo que não lhe foi pedida a opinião.  A minha posição de Dominador, no relacionamento, não termina quando saímos do quarto, pois esta é uma condição sine qua non para o relacionamento em si.
Dominação e submissão, num relacionamento longo como um casamento, não são uma questão sexual e sim uma questão de efetivamente dar vazão a um traço de personalidade.  Eu sou uma pessoa naturalmente autoritária.  O relacionamento foi começado com base exatamente nisso.  Sou autoritário e só me relacionaria com alguém que estivesse disposta a aceitar e acatar a minha autoridade absoluta sobre ela.
Se em algum momento isto deixar de ser consensual, isto é, se em algum momento a minha sub e esposa não mais estiver disposta a aceitar a minha autoridade absoluta na nossa casa e na vida dela, isto quer dizer que o relacionamento acabou e aí sim, ela tem a total autonomia para retirar a coleira, e junto com a coleira retirar a aliança de casamento, e com isto retomar a liberdade individual dela.
Por isto eu digo.  A consensualidade fica restrita ao momento de colocar e retirar a coleira.  A opinião da sub é de primordial importância para decidir se coloca coleira ou se retira a coleira, mas enquanto estiver com a coleira ela deixa de ter opinião, ou melhor, ela pode ter a opinião que ela quiser, mas deixa de ter o poder de determinar que a opinião dela será seguida.  Em alguns casos a opinião dela nem ao menos será ouvida, a não ser que o Dominador pergunte.
Esta é a minha opinião e a minha experiência pessoal.  Não estou dizendo que estou certo, que sou o senhor da verdade.  Mas para mim funciona e para mim é o que importa.
Mestre Ferreiro

SUBMISSÃO X MASOQUISMO

Hoje uma amiga no Facebook comentou que alguém disse a ela que ser sub é gostar de sentir dor.
Mais uma vez vemos este engano acontecendo:
  • Submisso(a)a = pessoa que gosta de submissão, de ser um objeto para o desfrute do seu/sua Dono(a).
  • Masoquista = Pessoa que sente prazer em ser submetida a dor física ou psicológica.
Existem muitas pessoas por aí que são submissas, mas não são masoquistas. Algumas delas por terem pouca resistência à dor, outras por simplesmente não gostarem de sentir dor, bem como existem pessoas que são masoquistas mas não são submissas.
Existem pessoas que são masoquistas. Gostam de dor. Gostam de sofrimento. Tanto físico quanto espiritual e mental. Quando esta pessoa se descobre no BDSM ela vai aprender a lidar com isso.
Quando ela não se descobre, subconscientemente ela acaba procurando relacionamentos em que esta necessidade de sofrimento inconsciente seja suprida.
Daí encontrarmos aqueles típicos relacionamentos em que um sacaneia o outro e o sacaneado não abre mão do relacionamento em hipótese alguma... e se você olha no histórico da pessoa ela só teve relacionamentos deste tipo.
É bem típico de quem inconscientemente gosta de sofrer. Se ela conseguir se descobrir como masoquista ela vai conseguir ao menos procurar um relacionamento mais equilibrado, onde o sofrimento ao menos seja consciente e deliberado, e após a sessão isto possa parar e o relacionamento ficar nos eixos.
Não necessariamente estas pessoas são submissas. Muitas inclusive assumem posição de dominância, mas gostam de sofrer, de se colocar em posição de ser torturados física e emocionalmente.
Ao mesmo tempo, existem subs que são extremamente obedientes. São inclusive capazes de suportar a dor, para agradar aos seus senhores, mas não são masoquistas... não sentem prazer com a dor e sim com a entrega, a obediência e inclusive em suportar a dor apenas para agradar ao sem Mestre.
Eu, mesmo sendo Dominador, gosto de sentir um pouco de dor. Gosto, por exemplo, de tomar unhada nas costas... Isso não faz de mim menos dominador nem menos sádico. Só faz de mim um pouco masoquista.
Exerço meu sadismo em minha escrava com chicote, cinto, palmatória, mão e outras coisas; exerço minha dominância com ordens, usando-a para satisfazer as MINHAS vontades, e exerço o meu masoquismo mandando ela meter as unhas nas minhas costas quanto fodemos.
A partir do momento em que ela faz isso a meu comando, obedecendo à minha ordem, em momento algum quebrou-se a cadeia de comando e em momento algum eu deixei a minha posição de Dominador.
Antes de escrever bobagens, as pessoas deveriam ao menos conhecer um pouco mais dos conceitos básicos do BDSM, e aí, com estes conceitos em mente, fazer os seus comentários.

Relações BDSM


Estes tipo de relações também tem suas diferenças. Seja numa relação mais completa que tenha amizade, apoio e namoro ou numa só de sessão, que muitas vezes é movida com rigidez e severidade hard.

Enfim, a essência do Autêntico, Legítimo, Verdadeiro e Honesto BDSM não está na forma e na intensidade (que cada um tem as suas), e sim na essência ao ser praticado como objetivo, meio e fim.
Não existem fórmulas para se praticar o BDSM. Cada um escolhe ou cria a sua. As pessoas fazem sua opção voluntariamente e por diversão, para dar e ter prazer, por isso é importante a afinidade nas práticas. É uma experiência infinita em crescimento, criatividade e exploração da interação humana.... é um viver.



BDSM, Leigos e Modismo



BDSM, Leigos e Modismo
por: Lena Lopez

Leigos aos assuntos do BDSM, não acostumados aos termos, práticas e prazeres desse universo, normalmente, ao ouvir sobre as tais opções de prazer, se mostrará contrariado. Isso se justifica e é totalmente previsível. O BDSM, o Sadismo e o Masoquismo, são de difícil entendimento, mesmo que o ouvinte tenha alguma tendência. Na maior parte das vezes elas estão presentes no íntimo de cada um, pois o ser humano é um sadomasoquista nato.



A ética e o bom senso do nosso cotidiano tornam qualquer forma de humilhação, agressão, dominação e submissão, atitudes condenáveis de pessoas mesquinhas ou fracas. Como explicar a um leigo, que fulano tem prazer em humilhar alguém, que fulana tem prazer em ser humilhada, que sicrano gosta de descer o chicote, que sicrana tem delírios incríveis com chicotadas nas suas costas? Cá entre nós, os mais experientes adeptos do BDSM, vacilaram quanto à ética no início, sentiram pena, faltou-lhes coragem e outras tantas reservas. Desta forma, fica indubitavelmente difícil, explicar que uma coisa, é uma coisa e outra coisa, é outra coisa, a quem está fora do meio.



O maior problema é o preconceito. Ao leigo é difícil entender que um homem possessivo no dia a dia, torna-se um submisso e aquela mulher personalidade forte, senhora de si, tornem-se submissos entre quatro paredes. No mínimo, serão rotulados de “mandado pela mulher” é uma “santinha do pau-oco”, “doidos” ou “lelés da cuca”. É também difícil explicar, que um homem ou uma mulher, carinhosos e compreensivos, calmos e românticos, tornem-se entre as quatro paredes, dois seres completamente dominadores, frios e capazes de humilhar ao parceiro sem pena nenhuma.
 

Para uma cabeça comum, entender que o BDSM é apenas uma prática de dominação e servidão com fins eróticos, dotados de consensualidade, respeito e limites, sem que os praticantes sejam rotulados e acusados de práticas criminosas, que podem ser denunciados e enquadrados pela justiça, tem que se gastar muita saliva.

Normalmente a maioria dos praticantes do BDSM, cuidam para que a pratica e atitudes, não derivem para a vida diária e não se preocupam em explicar, a quem quer que seja, suas opções e levam as suas vidas da forma mais normal possível. São pessoas normais, estão no meio de qualquer camada social e ninguém desconfia.
Como sabem, não sou uma praticante assídua, tenho algumas experiências, alguns amigos e amigos do meio e somente aceitei experimentar, por acreditar que estava me envolvendo com pessoas responsáveis, que no meio há respeito, limites, é seguro e há um nível elevado de cultura, do contrário ficaria pensando como anteriormente, são uns loucos! Mesmo eu, sendo uma praticante esporádica e no meio de um assunto, a conversa deriva para o sadomasoquismo, eu cair na bobagem de dizer que já provei, logo vem a frase:

- Mulher, tu és doida?
 


O maior problema do BDSM é a mistificação, ou seja, a idéia de que ele é um submundo, uma pratica insana, ainda há muito que se percorrer, para torná-lo uma pratica que não cause revolta e espanto nas pessoas. Mas, há muito progresso, de certa forma, atualmente o BDSM virou moda, sexshops vendem com facilidade, fantasias, objetos e aparelhos. Como todo o modismo, ele passa e deixa a sua herança, vão-se os modistas e ficam os verdadeiros, mas a contribuição da divulgação e a abertura para a compreensão, não podem ser negados. Assim é com os ritmos musicais, com as expressões culturais.


Lena Lopez